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Bacalhoada portuguesa

📂 Peixes e Frutos do Mar ⏱ 30 min prep 🍽 4 porções ⭐ Nível 2/5
Bacalhoada portuguesa

Prato clássico e reconfortante da culinária portuguesa, a bacalhoada se faz em camadas, no gratin: por baixo a batata, que absorve o sabor marcante do bacalhau, e por cima a cobertura cremosa que vai dourar no forno. Do encontro dos dois sai uma combinação harmoniosa e cheia de personalidade.

Ingredientes

🥗 Tabela nutricional

Porção: 1 porção (150 g)

Valor energético210 kcal
Carboidratos0.0 g
Proteínas39.0 g
Gorduras totais4.5 g
Fibra alimentar0.0 g
Sódio1800 mg

Valores aproximados por tipo de prato; variam conforme a receita e os ingredientes. Fonte: Estimativa por tipo de prato (bacalhau).

Modo de preparo

Passo 1: Dessalga o bacalhau
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Dessalga o bacalhau

O bacalhau tem que ficar de molho em água gelada, na geladeira, por 24 a 48 horas, com trocas de água a cada 6 horas. Depois do processo de dessalga, ferve brevemente e desfia em lascas grandes.

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Foto do passo 2 — na assinatura Minha Cozinha

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Monta as camadas

Unta um refratário (pirex) com manteiga e monta as camadas assim: primeiro distribui as batatas cozidas em rodelas, lembrando de cozinhá-las sem sal, já que o bacalhau e o creme conferem o tempero necessário ao prato. Depois espalha o bacalhau desfiado uniformemente sobre as batatas, e por cima dele acrescenta as cebolas cortadas em rodelas finas e as azeitonas pretas.

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Foto do passo 3 — na assinatura Minha Cozinha

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Prepara a cobertura cremosa

Prepara o creme de cebola conforme as instruções da embalagem (geralmente, diluindo em leite frio) ou apenas polvilha, caso a receita familiar indique assim. A receita original permite o uso do pó ou do creme pronto.

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Foto do passo 4 — na assinatura Minha Cozinha

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Cobre com maionese e requeijão

Cobre toda a montagem com a maionese e finaliza com o requeijão cremoso. Para facilitar a distribuição do requeijão, recomenda-se aquecê-lo em banho-maria.

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Gratina a bacalhoada

Leva ao forno pré-aquecido a 180°C até dourar a superfície e notar que está borbulhante, sinal de que está pronta. Serve acompanhado de arroz branco.

📸 O passo a passo ilustrado completo — todas as fotos + o Modo Cozinha guiado, mãos livres e com timers — é da assinatura Minha Cozinha (R$ 22/mês). A receita inteira em texto está aqui na página, de graça.

🎓 Técnicas da Vó

O ponto crítico aqui é a dessalga do bacalhau: não pule as trocas de água a cada 6 horas, porque o sal residual vai arruinar o prato inteiro. Depois de desfiado, o bacalhau precisa estar bem seco para não soltar água durante o gratinado e desmanchar as camadas. Na montagem, distribua cada ingrediente uniformemente para que o calor do forno penetre bem e a cobertura cremosa não queime enquanto o miolo ainda está frio. O requeijão aquecido em banho-maria fica bem mais fácil de espalhar e gratina melhor.

🍷 Harmonização

🍷 Harmonização para a Bacalhoada Portuguesa

Meu bem, que prato generoso este! A bacalhoada pede um parceiro à altura — alguém que saiba lidar com o sal residual do bacalhau, a untuosidade da maionese e do requeijão, e ainda brincar com a doçura das cebolas e o amargor das azeitonas. Vejam só o que escolhi pra vocês:


🍾 Opção Alcoólica — Vinho Verde Branco Alvarinho

Por que harmoniza? O Alvarinho — uva nobre do Minho português, mas também cultivada com muito charme no Rio Grande do Sul por produtores como a Miolo (Coleção Terroir) e a Casa Valduga — traz acidez vibrante e notas cítricas que cortam a gordura da maionese e do requeijão como uma faca afiada. Sua mineralidade levemente salina dialoga em concordância com o caráter do bacalhau, criando aquela sensação de "era exatamente isso que faltava". As azeitonas pretas agradecem o leve amargor do vinho, e a cebola adocicada encontra equilíbrio nas notas de pêssego branco e ervas frescas da uva.

Dica de serviço: Sirva bem gelado, entre 8°C e 10°C. Tire da geladeira apenas 5 minutinhos antes de servir — não mais que isso, queridos.


🌿 Opção Não-Alcoólica — Água Tônica Artesanal com Gengibre e Limão-Siciliano

Por que harmoniza? Pode parecer simples, mas não se deixem enganar! Uma boa água tônica artesanal — como a Schweppes Premium Tonica ou a nacional Yawara Tônica — tem amargor natural de quinino que faz contraste per

🍽️ Refeição Completa

🥗 Entrada — Salada Waldorf – Clássica do hotel Waldorf-Astoria

Minha filha, a Salada Waldorf é a escolha perfeita para abrir essa refeição portuguesa! A crocância do aipo e das nozes, a doçura da maçã e a acidez leve da maionese limpam o paladar e criam um contraste refrescante antes do bacalhau, que é um prato intenso, salgado e reconfortante — exatamente o que a gente precisa para equilibrar o peso da bacalhoada que vem a seguir.

🍽️ Prato Principal — Bacalhoada Portuguesa

Olha só, esse é o coração da nossa mesa hoje! A Bacalhoada Portuguesa com suas camadas de bacalhau, batata e maionese gratinada é um clássico que não precisa de apresentação — é daqueles pratos que abraçam a família inteira e fazem a casa cheirar bem do portão até a cozinha.

🍚 Acompanhamento — Arroz Campestre

Meu bem, escolhi o Arroz Campestre com cenoura ralada para acompanhar, porque a doçura natural da cenoura dialoga muito bem com o umami marcante do bacalhau, sem competir com ele. Além disso, a cor vibrante do prato traz leveza visual à mesa — e arroz é lei quando tem peixe na panela, não é mesmo?

🍰 Sobremesa — Pêssego Melba Autoral — Clássico de Escoffier com Toque BR

Para fechar com chave de ouro, o Pêssego Melba é a sobremesa ideal depois de uma refeição tão encorpada e salgada quanto a bacalhoada. Os pêssegos pochê em calda de baunilha com sorvete de creme e a acidez da calda de framboesa refrescam o paladar, limpam a gordura do gratin e encerram o almoço com elegância e leveza — exatamente o que a Vó Dulce recomenda para não deixar ninguém pesado na cadeira!

Apresentação à mesa

Leva da panela direto pra travessa branca rasa, com o caldo cobrindo o peixe. Espalha salsinha fresca por cima e arruma azeitonas pretas inteiras em volta. Arroz branco numa terrina à parte — peixe brasileiro pede arroz como par.

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